Operações

Airsoft e solidariedade: Invasão de Okinawa reúne 140 operadores em Tupã

O 3º Airsoft Solidário – Invasão de Okinawa reuniu 140 operadores de 15 cidades em Tupã. Organizado pelo Indians Tupã Airsoft, o evento arrecadou recursos para a APAE e a Casa do Garoto.

Airsoft e solidariedade: Invasão de Okinawa reúne 140 operadores em Tupã

O airsoft mostrou, mais uma vez, que vai muito além do campo de batalha. Estratégia, companheirismo e solidariedade estiveram lado a lado durante o 3º Airsoft Solidário – Invasão de Okinawa, realizado no Tupã Country Club.

Organizado pelo Indians Tupã Airsoft, com apoio da Prefeitura de Tupã e da Câmara Municipal, o evento integrou a programação de aniversário da cidade e reuniu 140 operadores de 15 municípios.

Toda a renda arrecadada com o evento e com o serviço de bar foi destinada à APAE de Tupã e à Casa do Garoto, transformando a participação dos operadores em apoio direto a duas importantes instituições do município.

UMA BATALHA INSPIRADA NA HISTÓRIA

A operação recebeu o nome de Invasão de Okinawa e colocou os participantes em uma missão inspirada em um dos confrontos mais marcantes da Segunda Guerra Mundial.

Os operadores foram divididos em três grupos:

75 jogadores no ataque, representando as forças dos Estados Unidos;

54 jogadores na defesa, representando o Japão;

11 Rangers, responsáveis pela arbitragem e pelo cumprimento das regras.

Segundo Gerson Pereira Richard, diretor de organização do evento, a proposta foi proporcionar uma experiência intensa, segura e estrategicamente organizada para todos os participantes.

PROGRAMAÇÃO E SEGURANÇA

As atividades começaram às 7 horas, com a cronagem dos equipamentos. O procedimento verifica a potência das armas de pressão e garante que todos estejam dentro dos limites estabelecidos pela organização.

Os operadores também participaram de um café da manhã. Às 8h30 foi realizada a foto oficial e, às 9 horas, teve início o confronto entre as equipes.

O público pôde acompanhar a movimentação nas áreas autorizadas, desde que utilizasse os equipamentos de proteção exigidos pela organização.

OPERADORES DE 15 CIDADES

A Invasão de Okinawa mobilizou jogadores de diferentes cidades do interior paulista e de Mato Grosso do Sul.

Adamantina: 1 operador;

Água Clara: 6 operadores;

Andradina: 20 operadores;

Araçatuba: 20 operadores;

Assis: 4 operadores;

Birigui: 11 operadores;

Brasilândia: 4 operadores;

Lins: 8 operadores;

Lucélia: 1 operador;

Marília: 12 operadores;

Palmital: 1 operador;

Paraguaçu Paulista: 1 operador;

Penápolis: 11 operadores;

Presidente Prudente: 8 operadores;

Tupã: 32 operadores.

Tupã foi representada pelo Indians Tupã Airsoft, equipe responsável pela organização da operação.

CLASSES PRESENTES NA MISSÃO

Os 140 participantes foram distribuídos entre diferentes classes, cada uma com uma função estratégica dentro do campo:

79 Assalts: operadores da principal classe de infantaria, normalmente posicionados na linha de frente;

22 DMRs: atiradores designados para confrontos de média e longa distância;

17 Snipers: especialistas em precisão, observação e disparos de longa distância;

8 Médicos: responsáveis por recuperar aliados atingidos durante a missão;

3 Suportes: operadores responsáveis por fornecer cobertura e apoio às equipes;

11 Rangers: árbitros encarregados da segurança e do cumprimento das regras.

A diversidade de funções tornou a operação mais estratégica e exigiu planejamento, comunicação e integração entre os operadores.

ESPORTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

O prefeito Caio Aoqui destacou a importância da iniciativa e reconheceu o trabalho desenvolvido pelo Indians Tupã Airsoft.

A participação de 140 jogadores de 15 cidades demonstrou a força regional da modalidade. O caráter beneficente da operação também mostrou como o airsoft pode contribuir diretamente com a sociedade.

Além de fortalecer a comunidade esportiva, eventos dessa dimensão movimentam o município, incentivam o turismo esportivo e apresentam a modalidade a novos públicos.

A TRAJETÓRIA DO INDIANS TUPÃ AIRSOFT

O Indians Tupã Airsoft surgiu em agosto de 2016, quando um grupo de amigos decidiu se reunir para conhecer e praticar a modalidade.

Os primeiros jogos foram realizados com equipamentos disponibilizados por Renê, que já participava de operações em outras cidades e ajudou a apresentar o airsoft ao grupo.

Com o passar dos anos, a equipe cresceu, ganhou organização e tornou-se uma referência regional. Atualmente, o Indians reúne dezenas de operadores ativos e promove partidas regularmente.

A realização do 3º Airsoft Solidário – Invasão de Okinawa consolidou esse trabalho e reforçou uma das principais características da comunidade airsoft: quando os operadores se unem por uma missão, o impacto ultrapassa os limites do campo.

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